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Um fã de LoL na BGS

Olá visitantes da taverna! Vamos falar de BGS hoje! Sim, BGS, Brasil Game Show! E que SHOW...



Olá visitantes da taverna! Vamos falar de BGS hoje!

Sim, BGS, Brasil Game Show! E que SHOW! Se você não conseguiu vir esse ano, comece a guardar suas peças de ouro para aproveitar no ano que vem pois, vai valer cada poção de cura não comprada. Vamos lá:

Cheguei na exposição e logo de cara percebi o tamanho daquele universo: Milhares de pessoas em estado de êxtase por seus jogos e empresas favoritas, loucas para ver de perto seu ídolo do YouTube, tirar fotos com cosplayers, jogar jogos inéditos, assistir a lançamentos exclusivos e muito mais! Essa energia é incrível, só estando lá pra sentir!

Passei pelas catracas para dar de cara com o estande da HyperX e os jogadores profissionais de League of Legends da KaBum falando um pouco sobre suas rotinas. Vários outros jogadores de LoL passaram pela estande da HyperX e eu tive a chance de bater um super papo com a galera da CNB no domingo, eles me deram várias dicas de jogo, cenário profissional, meta, campeões e sinergias... Quem sabe eu não viro pro player num futuro próximo? ( ͡° ͜ʖ ͡°)




Em seguida me esbaldei no estande da Nvidia onde consegui 3 pulseiras muito legais da GeForce e comprei uma camiseta exclusiva da BGS. Mateus Yetz Vieira estava streamando de lá e o pessoal da Nvidia entregava Geforces 950, 960 e 970 para quem conseguisse responder um quiz de League of Legends ao final de cada partida =O.



A aventura não para por aí, desbravei as multidões que preenchiam os corredores e agarravam os cosplayers para tirar suas fotos, teve Caitlin, Thresh, Draven, Gragas, Assassin`s Creed, Rainbow Six, Summoners War, Pyramid Head, entre inúmeros outros que eu não sei identificar mas estavam impecáveis.

Atravessei as estandes da Ubisoft, Activision, Playstation e Xbox e sabe o que todas tinham em comum? Filas quilométricas para jogar os lançamentos! Poxa, se eu não estivesse fazendo um apanhado geral de tudo eu juro que parava pra jogar, os gráficos do Rainbow Six, Call of Duty, Street Fighter 5 e Star Wars Battlefront estavam de matar!



Parti em direção à área de jogos Indie e me apaixonei por alguns deles como o Rotfather e o Dig a Way, jogos de desenvolvedores brasileiros que não deixam nada a desejar para os internacionais. Devo frisar que essa área da feira é onde mora o verdadeiro espírito da BGS, estandes de desenvolvedores que conversam sobre seus jogos e explicam para você o que os levou a desenvolver aquele jogo além de tirar qualquer dúvida que você tenha. Jogar Star Wars Battlefront é legal mas, conversar diretamente com quem tá criando o jogo é outro nível!

Segui para o pavilhão azul onde se encontravam as estandes da IGN, Azubu, Pain Gaming, YouTube Gaming e várias outras, estava rolando um campeonato de Dota 2 para um público gigantesco. Parei de jogar Dota quando ainda era um mod de Warcraft 3 mas, fiquei interessado pelo método de banimento do competitivo (5 bans para cada time intercalados com picks) bem diferente do LoL, acho que vou jogar um Dotinha qualquer dia desses pra relembrar os bons tempos de Traxex critando geral com sua Buriza e Butterfly.

Ainda no pavilhão azul, chegamos ao estande da Azubu onde os jogadores da equipe INTZ de League of Legends jogariam uma partida de ARAM no palco com pessoas da plateia. Não poderia perder essa chance e minha parceira Talita Weh conseguiu me fazer subir no palco ao pular e chamar a atenção da apresentadora e garantir minha vaga no time.

Okay, okay, essa que eu vou contar pra vocês agora foi a melhor experiência que eu tive na BGS: Subi no palco e apertei a mão do Micao e do Yang, dois jogadores que eu sou fã. Se fosse parar por aí já estava bom pra mim mas ainda teve a gritaria enlouquecida da multidão que me fez sentir como se eu fosse um jogador profissional indo jogar um campeonato, a sensação é fora desse mundo!

 Detalhe pra camisa que eles deram pra gente usar como se fosse um time! xD


Tudo parecia que estava passando a mil por hora, adrenalina lá em cima. Sentei na minha cadeira e pensei: “preciso fazer bonito, vou jogar bemzasso pra verem que não sou noob”. Quando vi as runas e masteries totalmente zoadas de uma conta promocional que a Azubu fornecia pra gente comecei a suspeitar que a intenção não era jogar bem. Minhas suspeitas se confirmaram quando um garoto de seus 10 anos de idade, ainda mais elétrico do que eu, se sentou na última cadeira ao meu lado e disse: “Cara! Eu nunca joguei League of Legends, você vai ter que me ajudar!” dali em diante foram só risadas!



Peguei o Dr. Mundo no ARAM e o garotinho do meu lado pegou Sejuani, ele me perguntou o que ele deveria fazer e eu disse a ele que o personagem que ele pegou era um “Tanque” e sua função era defender o nosso time ficando sempre na linha de frente, ele entendeu isso muito bem e logo correu pra linha de frente... Debaixo da torre inimiga. Risadas! Depois disse a ele que não podia ir pra debaixo da torre inimiga pois ela era muito forte! (Informações básicas às vezes não são tão básicas quanto a gente pensa).

O som da narração e da multidão faziam um barulho enlouquecedor que deixava a gente vibrando muito. Em meio a ataques de histeria coletiva nos triple kills e dúvidas do meu parceiro de equipe mirim sobre qual item comprar, perdemos a partida de ARAM mais divertida que eu já joguei na minha vida. Relembrei meus tempos de 12 anos de idade quando eu fui pela primeira vez para uma Lan House jogar Counter Strike. Ainda recordo como se fosse hoje, como eu errava tudo, terminava ultra negativo, enchia o saco dos jogadores mais velhos para que eles me ensinassem a jogar direito e ainda assim saía no final do dia achando que tinha detonado.

Acho que é essa a experiência que o jogo tem que passar, uma experiência de aceitação e espírito competitivo amigável, risadas ao final de uma derrota, o bom e velho “GG” que significa bom jogo. A comunidade de Mobas é conhecida por ser uma comunidade extremamente tóxica que sempre afasta os novos jogadores, isso é porque as pessoas não possuem empatia pra ver que do outro lado pode ser um garotinho de 10 anos que nunca jogou LoL e está completamente frenético de ter uma chance de jogar agora pela primeira vez.

Esse espírito gamer de solidariedade e amizade foi frequente nos dias em que estive na BGS, fiz amigos, adicionei pessoas no LoL, no Hearthstone, conversei com crianças que ganharam seu primeiro mouse da Razer, troquei ideias com jogadores profissionais, amadores e até quem não era jogador, apenas entusiasta. Acredito que o Brasil está caminhando para uma sociedade gamer mais ativa, mais apaixonada por jogos e cada vez mais receptiva e menos preconceituosa.

Finalizo meus relatos regados de uma nostalgia infantil e uma ansiedade para a próxima BGS. Já foi anunciado que ano que vem ela acontecerá na São Paulo Expo (antigo Centro de Convenções Imigrantes) um lugar com muito mais espaço para atrações e com circulação melhor para os fãs. Não sei vocês mas eu vou comprar meu ingresso para todos os dias assim que abrirem as vendas!


Agora vou ali jogar mais um pouquinho porque ainda estou na vontade insana de jogos que a BGS me deixou! xD
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