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Entrevista com Renato Sasdelli da Galápagos Jogos, sobre Star Wars: Fronteira do Império

Olá rpgistas padawans!  Para quem ainda não sabe ou não acompanhou as últimas novidades do mu...

Olá rpgistas padawans! 

Para quem ainda não sabe ou não acompanhou as últimas novidades do mundo rpgístico, a Galápagos Jogos trouxe para o Brasil o RPG Star Wars: Fronteira do Império. É primeira vez que um título de RPG da mega franquia Star Wars ganha uma versão brasileira. 

E como também é o primeiro título de RPG da editora (que já é bastante conhecida pelos grandes jogos de tabuleiro que vem lançando) batemos um papo exclusivo com Renato Sasdelli, um dos sócios da Galápagos Jogos.

... 

1. Por que a Galápagos resolveu entrar no mercado de RPG e por que só agora? Estratégia, ou o momento certo mesmo? 

Sempre soubemos que o público de RPG é muito próximo ao de tabuleiro, por isso achamos que seria bem interessante ter em nosso catálogo um produto que aproximasse o público de RPG da Galápagos. Conforme nosso catálogo cresce, tentamos adicionar uma boa variedade de produtos e estilos.

2. Fale um pouco sobre a escolha do Star Wars: Fronteira do Império para título de estreia de vocês. 

Hoje nossos clientes são pessoas que já conhecem os jogos de tabuleiro muito bem. Lançar um RPG é um desafio para alcançar novos clientes. Claro, a marca Star Wars tem uma função muito importante nesta etapa, já que ela acha caminhos para se divulgar praticamente sozinha! Por isso a escolha deste produto, que tem tudo para dar certo.

3. Como foi o processo da compra/negociação da licença? Você sabe dizer se outras editoras brasileiras tiveram o interesse? Se tiveram, qual fator que acreditam ter sido determinante para a escolha da Galápagos?

O RPG do Star Wars pertence à FFG, que é uma empresa parceira da Galápagos. É uma relação de mais de 2 anos já, que só cresceu e tem demonstrado muita afinidade entre os parceiros. Por isso, quando pensamos em qualquer RPG, o primeiro lugar onde buscamos foi na FFG. Da mesma forma, se alguém procurar a FFG buscando algum produto, eles irão nos consultar sobre nosso interesse antes. Isso tudo somado faz você querer sempre estreitar o laço com os seus parceiros.

4. Muitos jogadores veteranos de RPG esperavam o Core Set do Star Wars, mas vocês decidiram começar pelo Kit Introdutório, foi uma estratégia comercial, de mercado ou algo contratual com a Fantasy Flight? Ou nenhuma das alternativas anteriores?

Como estamos também começando no mercado de RPG, achamos que valia muito a pena começar pelo
Kit Introdutório, que é quase uma ponte entre board games e RPG. Assim, tanto nosso público como nós, poderemos sentir como o mercado irá responder a este novo produto. Além de estarmos seguindo a mesma sequência de publicação dos produtos que a FFG, o Kit Introdutório já vem com os dados e outros acessórios que podem ser bem úteis quando se compra o Core Set.

5. A Fantasy Flight tem muitos títulos de RPG em seu catálogo, vocês já têm outro título deles em mente para trazer? E de outras editoras? 

No momento ainda não. Estamos dando um passo de cada vez, e o primeiro passo é o RPG do Star Wars, queremos focar neste para fazer um bom trabalho. Mas nosso foco ainda são os boardgames e cardgames.

6. Vocês têm planos de lançar produtos nacionais para o mercado de RPG, ou seja, títulos de autores nacionais, ou não, somente os títulos consagrados lá fora?

Como comentamos acima, a princípio, no mercado de RPG vamos ficar só com o Star Wars mesmo.

7. Você acredita que hoje, o mercado de jogos de tabuleiro está mais aquecido do que o mercado de RPG no Brasil? E lá fora, qual sua impressão?

Acredito que os 2 mercados estão em momentos diferentes. O mercado de jogos de tabuleiro modernos era bastante inexplorado, e ainda está formando sua base, os 'players' deste mercado ainda estão todos aprendendo uns com os outros e começando a se organizar para que exista uma estrutura de mercado. Já o mercado de RPG tem uma história grande e um público já com perfil desenhado, fica mais fácil de dar o primeiro passo.

8. No evento Brasil Game Show, a Galápagos era a única empresa ligada ao mercado de RPG (mesmo que ainda não tenham lançado), qual é a importância desse fato para vocês e para o mercado de RPG?

Assim como você encontra jogadores de RPG jogando jogos de tabuleiro, você também os encontra nos jogos digitais! Achamos importante mostrar que este mercado offline não perdeu força. Ele só se renovou em função da nova leva de jogadores que chegou e destas novas exigências.

9. Você acredita que o público dos jogos eletrônicos está começando a perceber também os jogos analógicos ou ainda existe um longo caminho à percorrer?

Este público na verdade nunca deixou de conhecer os jogos de tabuleiro! Todos com certeza jogaram jogos quando crianças, e mantêm essa vontade viva dentro deles. A questão é mostrar o produto certo ao público certo.

10. Aproveitando que estamos falando de boardgames e RPG, vocês pretendem trazer algum dos boardgames da linha Dungeons & Dragons para o Brasil (Wrath of Ashardalon, Legend of Drizzt, Castle Ravenloft ou Dungeon Command)?

Não.

11. Para encerrar, poderia nos adiantar alguma grande novidade que ainda não foi divulgada ou sondada pelos jogadores? Aquelas do tipo "furo de reportagem"! :)

Os jogadores de RPG podem aguardar pelo Core Set do Star Wars também em 2014!! Estamos fazendo um trabalho bem legal para trazer um produto de ponta ao mercado.
Também teremos alguns jogos do mundo do Lovecraft. É a vez do Cthulhu aterrorizar os nossos clientes. =)

12. Obrigado pela entrevista Renato e parabéns pelo excelente trabalho.

Eu que agradeço em nome da equipe da Galápagos Jogos!

... 

O kit introdutório de Star Wars: Fronteira do Império foi liberado hoje para venda na loja da Galápagos Jogos com preço promocional. 

Gostou da novidade? Já jogou algum rpg de Star Wars? Comente aí! 
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