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Indie Game: O Filme, um documentário que todo game designer deve assistir

Recentemente o premiado e famoso documentário sobre a indústria de games indie chegou ao Netflix ...


Recentemente o premiado e famoso documentário sobre a indústria de games indie chegou ao Netflix Brasil e a gente pode acompanhar a saga desses game designers que deram suas vidas na produção de três jogos independentes: “Braid”, “Super Meat Boy” e “Fez”.

Graças a algumas plataformas de crowdfunding a gente pode presenciar nos últimos anos umas dezenas de jogos, inclusive as produções RPGistas como Violentina (o primeiro RPG a conquistar relevância depois de seu financiamento) e vários outros como o Cosa Nostra (esse mais recente).  Mas se tratando de games eletrônicos não teríamos como comparar com o RPG não é?


Se pensou assim acabou de cometer um erro crítico. Afinal cada um desses games que teve sua história contada pelo filme documentário, foram produzidos por equipes que não passavam de 2 pessoas. Assim como um boardgame, cardgame ou storygame que vemos por aqui.  Mas o que surpreende é realmente a dedicação desses caras que passam anos em seus projetos.
Super Meat Boy, levou cerca de 3 anos e em determinado momento Tommy McMillen e Edmund Refenes falavam de como suas vidas sociais estavam mortas, nem sequer saiam de casa para acabar o game a tempo de estar no lançamento da Xbox Live. Sério, eles chegaram ao nível épico do forever alone e depois em uma redenção conquistaram o posto do game indie mais vendido o que rendeu uma grana boa, compensando os anos com centavos no bolso.
Em outro ponto de vista extremamente interessante podemos notar a preocupação não apenas com a produção do game, mas com estratégias para transformar ele em um negócio. O gerenciamento da reputação do jogo, mesmo antes dele ter sido lançado e isso demonstra como ser indie requer por vezes um pensamento multidisciplinar, afinal você concentra em duas ou três pessoas toda vastidão de uma equipe com departamentos bem definidos.


O caso do jogo Fez é o mais dramático, o desenvolvedor perdeu o financiamento, o sócio e por muitas vezes a perspectiva.

Mesmo com essa visão vislumbrante que é realmente inspiradora (e talvez seja esse o objetivo do filme) Indie Game consegue mostrar que a palavra Indie não pode ser atribuída a "amadores", mesmo que seus jogos sejam produzidos por amor, mas também são tratados como profissionais pelos seus desenvolvedores.  Em determinado momento alguns dos desenvolvedores fala sobre isso, produzir a sua visão, se expressar através de pixel art ou simplesmente a arte de produzir jogos. vejam o trailer e corram para assistir o filme completo depois.



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