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A sinfonia do Combate #CDAcnaila

Saudações nerdaiada rpgista, estou de volta com uma das novidades do blog em 2013... Muita coisa vai mudar e algumas estarão de volt...


Saudações nerdaiada rpgista, estou de volta com uma das novidades do blog em 2013...
Muita coisa vai mudar e algumas estarão de volta com um Boost na qualidade e no desenvolvimento.
 Uma delas é uma série de contos sobre um Anjo que se perdeu no meio das Cruzadas, aparecendo sem asas e sem memória, apenas com uma palavra na mente - que originou seu novo nome: AcnailaPrimeiro vou relembrar o que já passou por aqui no blog com os links abaixo:
      Prólogo
      Capítulo 1
Agora segurem-se nas cadeiras e preparem seus gritos de glória porque o combate dos calabouços está prestes a acontecer no mosteiro de Mirigoh. Fiquem com a continuação dessa intrigante aventura...


Os bravos garotos  se dirigiram para a parte central do calabouço, seguindo uma outra corrente de ar que haviam encontrado.
Essa sim parecia leva-los ao confronto direto. Com mais um na equipe e um discurso acertivo de Lui, todos os corações se encheram de bravura, o bastante para ficarem firmes e ir ao encontro dos oponentes sem hesitar. Até Guilherme, que agora estava llivre do fardo de carregar a chave, parecia um outro guerreiro, cheio de planos e pensamentos de como atacar seus inimigos.

O silêncio ditava o rítimo e os passos davam as notas da sinfonia que o combate estava criando, mas todos sabia que toda essa ópera estava apenas nos atos iniciais.

Adiante começaram a ouvir outros passos e ficaram bem apreensivos, quando uma flecha passou cantando entre os primeiros garotos do flagelo e perfurou o braço de David, que estava distraído no fundo da tropa.

_ Alí! Peguem aquele moleque e acabem com ele! - Lui esbravejou palavras cobertas de ira.

Sem nem pensar os três primeiros da fila correram na direção de onde a flecha havia saído e encontraram, sozinho, Julio, do flagelo verde emboscado entre uma cela. Parece que era apenas um batedor, que caiu na besteira de atacar sem ter apoio da sua turma. Entre os que haviam corrido para lá, Guilherme foi o primeiro a quebrar o Arco que estava na mão do jovem, mas não foi apenas isso que quebraram.

- Creio que precisará de novos dentes depois dessa surra. - Ironizou Lui, quando avistou de longe os socos que Julio levava no rosto.

Além dos dentes, conseguiram extrair a informação que precisavam: a localização do flagelo verde. Estavam logo a frente, armando uma emboscada para cerca-los quando subissem para a arena central, mas agora os planos mudaram e quem vai estar cercado são eles.

Segundo Julio, metade dos garotos de seu flagelo estava a espreita em uma cela, e atacariam pelas costas o que passassem no final do agrupamento. Então, seguindo a orientação de Lui, todos foram ao encontro desses covardes escondidos para acabar com eles alí mesmo. Alguém foi a frente verificando se nada havia de errado ou enganoso na informação que tinham conquistado e David com um dos braços feridos vinha no meio protegido por todos.

Estava tudo certo, haviam 6 jovens escondidos na cela... o flagelo vermelho entrou de uma vez só, com sangue nos olhos e espada na mão devastando tudo que encontrava pela frente. Seus oponentes estavam em desvantagens matemáticas e ainda foram pegos de surpresa - não tiveram nenhuma chance. Sem armas e sem forças ficaram gemendo de dores pelo chão. Apesar da violência e vários cortes, Lui não era a favor de feridas mortais.

O combate desgastou a todos, mas não haviam terminado a missão. A chave não estava com eles e ainda havia uma tropa significativa do flagelo verde acima na arena central, esperando para a maior peleja do torneio. Liderados por Zack, eles estariam prontos para atacar com toda fúria.
Juntando o cansço com a esperança após uma breve vitória, os garotos seguiam firmes em direção ao centro da arena. Do fundo do grupo Elrwin, ameaçou um grito grosseiro e forte com uma trombeta. No primeiro momento assustou a todos, mas logo perceberam a intenção e começaram a fazer barulhos. Batendo suas espadas ou pés no chão e gritos de fúria subiam os porões. Eram bastantes e não pareciam cansados, apesar de estarem.

A arena era enorme e ficava maior ainda dos final de sua arquibancada longinqua. Pessoas se agrupavam em todos os lados gritando palvras de incentivo aos garotos. Elas queriam ver o som dos golpes de espadas e dos gritos dos garotos. Os lobos enormes passavam despercebidos por entre as pessoas ferozes que estavam naquele local. No centro da platéia estava, em uma parte reservada e adornada com ouro, todo o clero e padres daquele mosteiro. Sentados observando tudo com um ar soberbo enquanto saciavam sua sede com vinho.

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