rpgvale
1599924783602205
Loading...

Canções da Meia-Noite #67 - A Batalha de Mil Mortes

Olá caros leitores, mas uma semana começou e as aventuras pelas terras distantes não foram nem um pouco fáceis essa semana, afinal não ...


Olá caros leitores, mas uma semana começou e as aventuras pelas terras distantes não foram nem um pouco fáceis essa semana, afinal não é nada fácil de escapar de duzia de flechas vinda em sua direção durante uma guerra. Nesse conflito ouvi rumores sobre um castelo amaldiçoado e um louco cavaleiro que resolveu adentrar seus muros para descobrir o que ocorria, quem me contou tais feitos foi o viajante Hugo Castro e na canção de hoje irei cantar sobre este guerreiro e a batalha mais difícil que ele precisou travar.



















A Batalha de Mil Mortes
Um castelo espera pela chegada de sua próxima vitima enquanto repousa sobre uma montanha. De repente, passos metálicos são ouvidos sobre a ponte que conecta o vale rochoso com as grandes e negras portas do antigo castelo. As portas rangem ao abrirem. Um cavaleiro entra e aprecia a sensação de mais uma aventura como qualquer outra, mas será mesmo qualquer outra? Ou essa aventura poderá mudar o destino desse simplório cavaleiro que tivera sido contratado para exterminar qualquer coisa que viva dentro desse castelo? 
 
O cavaleiro coloca são mão direita sobre o punho de sua espada que esta presa em seu sinto e começa a caminhar com cautela. Ele estranha, pois sente que esta sendo vigiado por alguém ou alguma coisa. Ele vê olhos vermelhos reluzentes piscando e o espiando rapidamente enquanto se escondia pela escuridão, ele nada fizera, pois estava esperando pela hora certa de atacar, pois esse era seu trabalho. Ele percebe que esses misteriosos seres escondidos nas sombras o seguem cautelosamente enquanto ele anda mais ainda para as entranhas do antigo castelo. Ele atravessa uma porta de metal e percebe que na sala logo a frente, vários corpos de antigos cavaleiros ainda cobertos por sua armadura, residem ali, todos mortos e com cortes que cobriam o corpo inteiro. O cavaleiro para de andar e fica parado no centro do cômodo e desembainha sua espada. Ele cita algumas palavras mágicas e sua mão esquerda começa a brilhar cintilantemente. Ele passa a mão esquerda sobre a lamina e a espada começar a brilhar também. Ele rapidamente vira para traz e balança sua espada soltando um corte azul que percorre toda a extensão da sala a sua frente dividindo em dois os mortos-vivos que já estavam quase pulando em cima do cavaleiro para devorá-lo. Logo depois de todos os corpos divididos no meio caírem no chão, uma enxurrada de mais mortos-vivos invade a sala e começar a correr na direção do cavaleiro e, bravamente, ele começar a lutar com os mortos executando um por um com movimentos suaves de suas habilidades de espadachim. Quando o numero de inimigos parecia diminuir, mais e mais chegavam. O cavaleiro, já cansado, continua a lutar bravamente e continuamente. O cavaleiro rapidamente cita algumas palavras mágicas e com o brilho que apareceu em sua mão esquerda, ele soca o chão causando uma abertura em sua frente fazendo vários mortos vivos caírem no porão e esmagados pelas rochas. Uma voz rouca e áspera, quase que de como uma cobra falando ecoa em sua mente dizendo: Você entrou no castelo errado jovem cavaleiro, agora terá que enfrentar o desafio das mil mortes. Contando com todos os mortos-vivos que o cavaleiro conseguiu matar, se totalizava em 999 mortos-vivos. Mas faltava um ainda. O cavaleiro perceber que ele sentia um formigar em seu braço, bem encima de um corto causado pela arranhada que um morto-vivo teria feito. Esse ferimento começar a ficar verde e espalhar a cor pelo seu braço inteiro, depois ombro, tórax e pelo corpo inteiro causando uma dor agonizante. Ele ajoelha no chão, procurando o milésimo inimigo para tentar acabar de vez com aquele sofrimento e ficar livre do desafio das mil mortes, mas não tinha ninguém ali. 
 
Depois de um breve momento de reflexão, ele percebe que o milésimo morto-vivo era ele e que aquele ferimento estava envenenado com o sangue de morto-vivo. Mas o cavaleiro bravamente não desiste. Ele antes de perder a consciência, tenta se arrastar para a direção da porta, e cada vez que se aproximava do lado de fora do castelo, ele sentia seus braço e pernas começarem a perder o movimento, como se ele não as controlavas mais. Depois quase seu corpo inteiro não o obedecera mais, mas o cavaleiro continua a se arrastar com suas ultimas forças para a direção da porta com apenas um de seus braços. No seu ultimo momento ele consegue escapar por pouco, quase que a morte o encontra.
 
destaque 7770696249845833311
Página inicial item

Entre pra Guilda

Mais lidos da semana

Receba nossos corvos