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O sucesso de Pathfinder Society Organized Play

Anunciado em 2008 e colocado em prática pouco depois, o sistema de jogos organizados criado pela Paizo para seu mais proeminente RPG g...






Anunciado em 2008 e colocado em prática pouco depois, o sistema de jogos organizados criado pela Paizo para seu mais proeminente RPG gira em torno de uma sociedade de aventureiros, exploradores, comerciantes e colecionadores de relíquias: a Pathfinder Society. 

A Paizo acaba de soltar informações sobre a quarta temporada do sistema, chamada Year of the Risen Rune, a qual terá como foco a cidade varisiana de Magnimar, um local interessante, entre outros motivos, pela política, onde funciona um sistema duplo de governança, com um lorde governador e uma espécie de parlamento composto por nobres, grandes comerciantes e uma minoria variada.

Mapa de Magnimar
O sistema de jogo organizado da Paizo tem sido um sucesso entre os adeptos do sistema, especialmente os mais avançados em idade, normalmente mais ocupados devido às obrigações com empregos ou estudos. A dificuldade em reunir grupos é comum entre estes jogadores. O P.S.O.P. não apresenta a necessidade de que se tenha um grupo assíduo. Um jogador tem seu personagem registrado online e pode utilizá-lo em qualquer grupo que venha, por ventura, a jogar. A evolução dos personagens é bem controlada e isto impede a ocorrência de grande desequilíbrio. As aventuras podem (somente) ser obtidas pelo site da Paizo, o que significa que elas passam por um crivo para a eliminação daquelas que tenham a potencialidade de causar desequilíbrio. 

Os defeitos do sistema de jogos organizados encontram-se justamente no controle por parte da Paizo. Embora necessário para a garantia do equilíbrio e do funcionamento do sistema, a liberdade do mestre cai enormemente. Deste modo, não temos a tão interessante individualidade do narrador no ato de mestrar. O P.S.O.P. é interessante para o grupo e para os jogadores do ponto de vista individual, mas pouco para o mestre. Embora tenha benefícios em termos de jogo, pois o personagem do mestre, caso tenha um, recebe tudo que o grupo venha a conquistar na aventura narrada, o prazer de criar as histórias é praticamente inexistente, tirando grande parte da graça de mestrar. "Praticamente" porque qualquer um pode fazer buscas para a Paizo e submetê-las para o P.S.O.P. Mesmo assim, a liberdade no processo de criação é limitada aos desígnios da Paizo, ou seja, o mestre tem que seguir a linha da temporada e adequar as premiações ao padrão do P.S.O.P.
O Tsunami de vantagens, entretanto, tem destruído impiedosamente as poucas desvantagens e o sistema está mais forte que nunca. Já são comuns as mesas pelo P.S.O.P. em encontros de RPG e outros jogos por todo o mundo.
Pathfinder Society Organized Play na GENCON 2010

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