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Crise sobre a crise na Retropunk–na verdade sobre o blog

Sabe quando alguma coisa que você faz dá o que falar e você precisa colocar os pingos nos “is” que ficaram faltando? Então é isso que acont...

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Sabe quando alguma coisa que você faz dá o que falar e você precisa colocar os pingos nos “is” que ficaram faltando? Então é isso que aconteceu com MEU artigo sobre as tuítadas da editora Retropunk [link] – meu em maiúsculo, pois será importante para todos entender o posicionamento deste editor, que muitas vezes não são exatamente o mesmo dos autores deste blog.
Vamos lá… o post foi sensacionalista? Ok, grandes são as chances de olhar por este lado… enormes, mas sinceramente, não usei nenhuma palavra que não tenha saído do perfil da empresa. Em muitos outros mercados e blogosferas essa atitude de utilizar perfil empresarial para coisas pessoas seria tremendamente massacrada sem hesitação ou sem chances para conversa e aqui outras editoras também fazem isso, mas não vem ao caso não estou aqui pra julgar ninguém.

Gostaria até de saber que papo é esse de profissionalismo cobrado por muita gente, acordem guerreiros… se fosse pra falar de qualquer outra coisa a não ser RPG eu não usaria @O_rpgista para isso. Este blog nasceu de pessoas que não tem história no mercado rpgista, não são amigas de nenhuma loja, autor, editor ou qualquer produtor de jogos nessa linha. Eu nunca trabalhei em revistas de rpg, nem escrevi sobre rpg profissionalmente. – sobre games sim, mas é outro caso.

Não temos a pretensão de ser a revista “Exame” nem de manjar de mercado rpgista, sou um jogador… escrevo com essa visão, não de jornalista. Como afirmou o editor do Wired, “Blogar é totalmente diferente de fazer jornalismo, apesar de ter o mesmo princípio.” O Rpg Vale é feito por jogadores, para jogadores… com visão de jogadores, nada mais que isso. Olhamos as notícias como qualquer outro player que compra livros, tudo o que escrevemos é com coração, colocamos sim nossas ansiedades, desejos e nossas “tendências” em cima de todos artigos.
Vivo falando para os outros autores, “Gente não deixem de opinar sobre qualquer release que receber, nossos leitores não querem informações frias, querem ideias tão humanas quanto as deles.”
Os verdadeiros nomes do rpg nacional são conhecidos por muitos… Trevisan, Gustavo Brauner, Leonel Caldela, Eduardo Caetano, Guilherme da RP e vários outros. Estes sim são importantes (bem mais do que eu ou este blog) eles produzem rpg, eu não! Aliás, não sei quanto aos meus amigos do blog, mas vocês nunca verão meu nome em qualquer livro. Eu não me mantenho com o RPG, não trabalho e nem vou trabalhar com o roleplay por ser um mercado não tão lucrativo assim. Isso reforça minha visão de que tudo que fazemos aqui é por diversão.
Hoje quando falei (por email) com o Brauner e por Skype (ontem) com o Trevisan percebi o quanto é importante este papel de levar aos leitores, pelo menos metade da sensação que é conversar com quem faz rpg no Brasil. Não espero receber brindes de empresas rpgistas, aliás eu até gostaria de desafiar todos a encontrar alguma que eu tenha cobrado pra virar notícia por aqui. O que quero é, mandem-me mais notícias… bem mais. Eu escrevo tudo o que posso. Sem beneficiar um ou outro. Recebo muitos emails que fico devendo, para autores de livros… revistas (nem consegui postar sobre a Rolepunkers 2, mas tem aqui o post da primeira) até a Wolkswagen já me enviou releases e eu fiquei me perguntando “caramba, o que esses caras querem com nós rpgistas.”
rpgcon
Certa vez um dos redatores deste site foi a RPGCON e escreveu um artigo divulgando tudo o que aconteceu por lá. http://bit.ly/JcvkFk
Assim como eu fiquei em casa e tentei acompanhar o evento pela internet, fui uma experiência ruim que compartilhei com todos… http://bit.ly/JcvvQK
Não questionei o evento, não estava lá para isso. Falei de como foi ruim a comunicação na web e falei isso como um rpgista frustrado por não ter ido ao encontro. Esse é meu estilo, não tenho porque esconder dos leitores nosso posicionamento. Eu realmente quero muito ir ao RPGCON e quando isso acontecer não quero benefícios por ter o blog, quero jogar muito rpg por lá, comprar livros e compartilhar com meus leitores tudo o que aconteceu.
Não existe nada pessoal, nem profissional é apenas diversão e discussão.
Geralmente não deixo meus posts com argumentos fechados, porque o conteúdo de um blog não se restringe apenas a ele. Hoje se alguém visitar o post da Crise na RP, verá mais de 30 comentários de pessoas realmente importantes com uma riqueza de argumentos indiscutível (independente de concordar ou não) que ajudará qualquer pessoa a definir seu ponto de vista. Isso é formar, informar, educar… isso é blogar.
Há por aí um papo que questiona a formação de opinião sobre muitas pessoas. Vamos parar de ficar rasgando seda élfica? Vejam só, o simples fato de produzir um rpg faz de ti um influenciador, ter um twitter ou escrever em um blog ou facebook faz de ti um formador de opinião. Não importa o tamanho do teu grupo, a sua opinião sempre terá valor aos demais. Este blog, como qualquer outro exerce esse papel e quem nos lê sabe claramente do posicionamento e estilo que temos. Quem me segue no twitter então consegue perceber mais facilmente meus trejeitos e é por isso que me seguem.
Podem chamar de blog, mas eu prefiro dizer que isso é uma grande taverna, aonde trago meus amigos, bato com as canecas na mesa e grito “PORRA QUE RPG FODA!” …e o que espero é que todos vibrem, se espanquem e no final tomamos mais brejas juntos e comemoramos o fato de estarmos nos divertindo conversando sobre algo. Muitas vezes vai ter bêbados falando mais alto ou bardos chamando a atenção demais, mas no final todos vão curtir demais estar em um ambiente propício para a diversão.
Um lugar aonde qualquer um pode subir no palanque e contar como foi destruir aquele dragão aterrorizante, mesmo que seja apenas um lagarto e você seja um Hobbit. É assim que tem sido, por exemplo, com as Canções da Meia Noite. Há mais de um ano recebendo os contos de leitores e autores não tão conhecidos ainda.
rpgvale
O que sei é que nunca ofendi e nunca ofenderei ninguém, seja autor leitor ou Troll. Assim como não permito que isso aconteça por aqui (modero os comentários) mas se alguém sentiu-se mal com o que escrevo, me desculpe. Não quero seguir o caminho que blogs e sites mal falados no nosso meio tomaram – apesar de não ter vivido a história completa para saber o que houve por aí.  Saibam que todos ainda tem espaço e mesmo que não queiram ainda vou falar de todos,  pois é o que as pessoas querem ler, querem seguir quem realmente importa. Eu não sou importante no rpg e nem pretendo ser, sou apenas o blogueiro com um personagem bacana no twitter. E, continuarei escrevendo sobre rpg enquanto tiver oxigênio e notebook para isso, blogs são motivados por paixões e não por rentabilizações, por isso este aqui ainda vai render milhares de artigos ao longo dos anos.
A gente erra também, como te falei nosso estilo é ser humano, jogador e quanto as críticas da nossa revista irmã, sim farei este post, porque não? Ou melhor… podem fazer, publico sem corte desde que não tenha ofensas. Alguém se habilita?
Sobre a RP, apenas deixo os tweets que me motivou a escrever o artigo. Nada mais, nada menos…




Gostaria de escrever mais coisas, entretanto ia ser massante… coisa de bardo. Vamos deixar os off topic de lado e ir direto pro roleplay.
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