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RPGs que não deram certo

Por que alguns RPGs julgados “promissores” acabam não caindo no gosto do público? Falta de suplementos? Excesso de jogos similares no seg...


Por que alguns RPGs julgados “promissores” acabam não caindo no gosto do público? Falta de suplementos? Excesso de jogos similares no segmento? Regras complicadas? Bom, independente do que tenha acontecido a eles, e os tenha feito não mais serem vendidos ou ganhar uma versão revisada e atualizada, sempre haverá multidões de jogadores que sempre serão adeptos ao sistema. Nesse post, falaremos um pouco sobre três jogos que tinham tudo para estourar aqui no Brasil, mas que acabaram não vingando: Cyberpunk 2020, Castelo Falkeinstein e o nacional Invasão.


A história envolvendo o enigmático Castelo Falkeinstein começa da maneira mais fantasiosa possível. Diferente de como se fala do mundo de Forgotten Realms, ou o clima tenebroso e denso do Mundo das Trevas, a história começa quando Tom Olam, um criador de jogos dos dias atuais é sugado para um mundo na Era Vitoriana em que você andando pode cruzar com dragões, anões, Sherlock Holmes, Marco Polo...
O sistema de jogo não se utiliza de dados (no livro é dito que não se poderia jogar com dados quando estes ainda não haviam sido inventados), sendo utilizadas cartas de baralho. Além disso, você não faz uma ficha, mas sim um diário.
O jogo chegou ao Brasil na década de 90 pela Devir, mas acabou não caindo no gosto do público, e nenhum (pelo menos não que eu saiba) suplemento fora traduzido.
Cyberpunk 2020, ou vinte-vinte, como é chamado carinhosamente pelos seus fãs, foi um dos primeiros RPGs a explorar a ambientação cyberpunk, no início dos anos 90, pela R.Talsorian Games, que também já lançou o cultuado Call of Cthullhu.
O livro aborda o jogador com uma proposta de sobrevivência e revolta: o mundo foi destruído por guerras, megacorporações, abuso da natureza, fome, poluição e caos social. Neste ambiente, poucos podem se dar ao luxo de se chamar sobreviventes – para isto é preciso estar vivo…
Um dos grandes problemas do sistema foi a falta de atualização dele. Afinal de contas, um jogo lançado em 1990 não poderia falar de internet como a conhecemos hoje, ou de microchips, telefones celulares, etc.
O jogo se passa nos Estados Unidos no ano de 2020. O mundo havia passado por uma crise, e após um período de lei marcial, diversas megacorporações resolveram tomar conta da situação. Nada que uma boa aventura de Shadowrun não consiga proporcionar aos seus jogadores...
Dentre os jogos nacionais, cito o, para mim, lendário Invasão. Lançado pela Daemon Editora, baseado no livro “A Espada da Galáxia”, de Marcelo Cassaro.
Esse sistema foi lançado no auge das séries sci-fi no Brasil, como Arquivo X, Millenium e The Pretender, e tratava de conspirações do governo, alienígenas e coisas mais. Tudo o que os fãs das citadas séries poderiam gostar.
Invasão chegou a ganhar uma edição revisada, mas nunca saiu da sombra de seu irmão “Trevas”, que acabou recebendo mais atenção e, logo, caiu na obsolescência.

É isso ai moçada! Até a próxima!
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