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Os grupo e organizações entre rpgistas que não acabam

Chamem os dragões , camaradas pois irão precisa deles e muito mais para vencer o pior dos temores de uma sessão de RPG , o grupo de jogador...

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Chamem os dragões, camaradas pois irão precisa deles e muito mais para vencer o pior dos temores de uma sessão de RPG, o grupo de jogadores.  Preparem seus escudos e lapizeras e entendam como foram feitas as organizações roleplayers atuais.
Grupos são conjuntos e indivíduos que compartilham de um mesmo pensamento (ou parte dele), isso é a base para entendermos as associações entre rpgistas. Provavelmente quem te ensinou a jogar rpg, foi um cara que conheceu por conta de alguma afinidade (Animes, Hqs, nerdices em geral). Então cada grupo acaba tendo um perfil bem distinto e por isso falar de regras em geral é complicado – cada mestre tem o seu sistema aprovado pelos seus jogadores. As diferenças e gostos pelos vários sistemas nacionais e importados que são publicados favorecem esse comportamento individual que cada grupo apresenta.
Em alguns casos podemos diferenciar os jogadores pelas suas peculiaridades – AHm aqueles de jaqueta e óculos escuros a noite só podem estar jogando Vampiro, ou usando muita droga! rs
Karl Marxs já dizia que as classes sociais são antagonistas naturalmente, podendo haver união entre os integrantes para massacrar outros. Isso quer dizer, por mais que exista rivalidade entre roqueiros (metal, hardcore e sei lá o que), eles vão se unir de qualquer forma para tretar com a galera do Axé. Trazendo pro meio roleplayer, mesmo que cada grupo de Gurps tenha sua “regra da casa” e discordem entre sí eles se juntarão para defender seu sistema em um encontro internacional que esteja priorizando o D&D.

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Ahm sim, isso explica nossas editoras…
Basicamente. É notório que várias das editoras e lojas rpgistas surgiram dessas organizações informais proporcionadas pelos grupos. Como podem notar em alguns RPGcast´s, os autores como Cassaro, Trevisan e Leonel Caldela já tinha (de certa forma) um envolvimento entre sí (diretamente ou não) ou com a galare das editoras, como a Jambô. O mesmo se observa com os novos nomes deste cenário e novas editoras como a Redbox e a retropunk.
Com a internet, essa gaera teve um espaço a mais para expor suas ideias em forma de blog em contrapartida outros grupos fizeram o caminho inverso e estão se tornando organizações com produtos próprios com seu grupos de rpg – é o caso do RPGBrasil.ogr
Ainda é possível notar o mesmo comportamento de suas mesas em relação aos outros, independente se é em sites, eventos (como a RPGCon) e revistas.
Como pode-se perceber que os laços antigos ainda tem uma leve força para todos. Mas, é notório, que a galera do roleplay tenha uma proximidade bem maior que os “novos rpgistas digitais”. As interações entre jogadores de MMORPG são mais fracas, pois os jogos não favorecem a aproximação – conhecer o próximo não ajuda nas quests.
O que isso nos mostra? Que a pesar das diferenças, existe espaço para todos com objetivos bem definidos. Jogar, editar, blogar… nenhuma ação destruirá a outra e mesmo que você produza um RPG fodabagarai, ele não acabará com o sistema indie que o outro grupo gostou e compra. Uma revista não diminui o poder da outra – assim como a RPG Magazine, Rolepunker e a Mitos & Masmorras nunca serão motivos para a Dragon Slayer se preocupar. Quanto aos blogs, tem views pra todo mundo na rede, do Paragons à Rede RPG ou do Pensotopia ao RPG Vale. Os grupos estão aí e consomem tudo da maneira que lhes convém, aproveitem as diferenças co moderação.
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