rpgvale
1599924783602205
Loading...

Fortaleza Garra Prateada - Aventure-se Aqui!

Saudações caros aventureiros de plantão ,esse bardo junto do amigo contador de histórias Thiago @xthiii  trazem novidades espetacules a tod...


Saudações caros aventureiros de plantão ,esse bardo junto do amigo contador de histórias Thiago @xthiii trazem novidades espetacules a todos vocês que desejam se aventurar por novas terras e conquistar fama e ouro.Convidamos aos heróis dos quatros cantos de todos os reinos e de todos os mundos para conhecer a mais nova cidade do universo rpgista .

A cidade de Brahul cria um ambiente onde você e seus amigos possam se aventurar ,tentando solucionar os problemas que ali existem ou criar muitos outros.E para fazer dela a  cidade com as aventuras mais fantásticas para que vocês se divirtam, convidamos a todos que desejarem mandar suas idéias para ajudar na construção na cidade postarem nos comentários ou podendo estar entrando em contato conosco via twitter @Daniel_DarkWolf e @xthiii .



“Em uma região montanhosa,encontra-se umas das construções mais antigas, feita por um povo tão antigo que seu nome se perde nas ruínas do tempo. Para muitos, é um lugar de mistério. Para alguns poucos, um marco de heroísmo.” 

Lazart Selendel 



A região que hoje abriga lugares como a  majestosa Fortaleza da Garra Prateada já foi domínio de Dragões Negros cerca de dois séculos atrás. Nesse tempo, essas poderosas bestas aladas assolavam as cidades da região, assustando trabalhadores e tornando inúteis terras outrora férteis. Eram bestas gigantes tão majestosas e cruéis que faziam de tudo que tivesse nas montanhas se submeter aos seus poderes. Entretanto,esse tempo chegou ao fim. Heróis, que vieram de todos os cantos do mundo em busca de riquezas e glória, rapidamente ficaram sabendo da sombra negra nas montanhas, e não tardou a aparecem grupos prontos para desafiar os domínios dos dragões negros.



Muitos vieram, é claro, mas poucos conseguiram retornar.No entanto, nenhum sacrifício foi em vão, pois, batalha após batalha, cerco após cerco, os heróis foram subjugando os dragões. Maiores em poder, mas menores em número, essas terríveis criaturas foram, lentamente, desaparecendo.



Cerca de três anos haviam se passado e tudo parecia bem.As cidades voltaram a ser como antes e as pessoas finalmente voltaram a trabalhar, esquecidas das sombras do passado. Artesãos, ferreiros, contadores, nobres e pobres, todos voltaram para suas rotinas diárias, aliviadas pela certeza do extermínio das criaturas.



Mas, para uma cidade em particular, era apenas o começo. Sob um enorme conjunto de galerias, originalmente usadas como refúgio contra o ataque de dragões, Brahul possui infinitas galerias e corredores subterrâneos, que hoje são usados para contrabandear produtos ilegais. Não era incomum um grupo de incautos aventureiros serem contratados para partir em falsas “expedições” até essas galerias, com a missão de recuperar algum pacote ou fazer uma entrega. Em uma época de crescimento, era fácil encontrar alguém disposto a ser pago para trabalhar e não fazer muitas perguntas.



E foi durante uma dessas “expedições” que um grupo se perdeu entre as dezenas túneis que ali existem, andando sem rumo até chegarem a galerias quase desconhecidas, esquecidas pelo tempo e enterradas dezenas de metros abaixo da terra. Dias se passaram, a fome e o desespero já haviam tomado conta do grupo e o frio já havia feito suas primeiras vítimas, quando uma distante fonte de luz os atraiu. Esquecidos de toda a cautela e tomados pelo desespero, o grupo seguiu em direção a luz e ao calor, certos de que iam encontrar pessoas que pudessem oferecer alguma ajuda. Não que aquelas galerias fossem frequentadas por pessoas bondosas, mas, era melhor lutar por comida, se fosse necessário, do que morrer de fome e frio vagando pelo desconhecido.



Horas e horas de caminhada se passaram enquanto eles prosseguiam pela confusão de túneis. Um cheiro azedo dominava o ar, mas ninguém reparou, distraídos que estavam pela chance de salvação. Finalmente, adentraram um salão amplo e escuro.



Era uma das salas mais profundas das galerias, tão antiga que apenas seus construtores originais saberiam de sua existência. No centro do salão, flutuando no ar, duas enormes bolas brancas flutuavam, acompanhando o movimento do grupo. Sem tochas e sem nenhuma fonte de iluminação, os aventureiros pouco podiam fazer além de tatear para entender o que se passava e onde eles estavam. Mas, mesmo que tivessem todas as provisões e tochas do mundo, pouco poderia ter sido feito para sair vivo dali. O grupo perdido, sem saber havia entrado num covil de dragão.



Ali residia Malkiraach, um dragão negro. Já era bem velho e passava mais tempo dormindo que acordado; provavelmente nunca mais teria despertado, se não fosse a presença daquele grupo de aventureiros. Com o barulho, a antiga besta despertou e fez ali suas primeiras vítimas, depois de dezenas de anos adormecido. A fúria por ter seu sono perturbado despertou também a sua fome, e, com um terremoto como nunca visto antes, o dragão se ergueu das profundezas da cidade e logo instalou o pânico na população, cobrindo Brahul com uma impiedosa chuva de ácido.

As forças da cidade foram facilmente aniquiladas, pois não havia ali aventureiros páreos para um dragão ancião.E, assim, Brahul foi completamente destruída em apenas um dia.


O Inicio da luta contra Malkiraach
As poucas pessoas que conseguiram fugir não tardaram a espalhar a notícia por todas as cidades vizinhas, causando medo e desespero onde que fossem, levando rumores e lembranças da época que os dragões dominavam aquelas montanhas. Mas os rumores logo chegaram a ouvidos mais ambiciosos e um novo grupo de heróis se apresentou, prontos para desafiar o majestoso dragão.

O grupo então iniciou sua viagem para a cidade de Brahul. Durante dois dias caminharampelas montanhas, avançaram lentamente, escalando e carregando provisões e equipamentos pesados, confiantes na vitória. Fizeram em sete dias o percurso que levaria apenas três, mas chegaram descansados e prontos, cavalos e homens, todos devidamente equipados para aquilo que iam enfrentar.

Ao chegarem às ruínas de Brahul, não encontraram nada que lembrasse a cidade de outrora. Completamente destruída, a cidade agora era uma pilha de escombros e corpos semi encobertas por uma névoa ácida. Um cheiro azedo tornava difícil a respiração e o ar pesado queimava os seus pulmões. No topo dos escombros mais altos, avistaram a criatura repousando, semi adormecida.



Sem perder tempo, os heróis sacaram suas armas e gritaram hinos de fúria e sangue, exigindo que o dragão pagasse pelo seu ataque. Por um dia inteiro machados refletiram a luz do Sol, flechas cantaram e escudos repeliram ataques da enorme besta. A noite não deixou a batalha mais fácil e espadas e armaduras queimaram sob a chuva de ácido. Mas a manhã trouxe nova esperança e o dragão, já antigo e cansado, pereceu sob um golpe certeiro de um machado.

Hoje em dia poucos sabem como exatamente a criatura foi destruída, mas dizem que durante a luta o solo onde eles estavam desmoronou e a criatura caiu novamente nas galerias de onde veio. E, atingida por magias e flechas, foi impedida de retornar para a superfície.Por fim, a criatura cuspiu uma chuva ácida de ódio e desespero, mas estava cansada demais e cega pela luz do dia, seu ácido acertou uma parede de escombros que desmoronou sobre ela, matando-a soterrada. Apenas sua garra direita ficou exposta, como um marco de guerra e destruição. E conta-se que foi ali que Brahum, filho de Brahna, declarou que o inimigo estava derrotado e que, com o testemunho dos deuses antigos, a garra daquela fera deveria ficar para sempre exposta, conservada do tempo, para que todos vissem a glória dos humanos sobre a mais feroz e antiga besta que habitou aquelas montanhas. Com as armas que ainda estavam inteiras, cada herói inscreveu ali o seu nome, marcando para sempre a vitória daquele dia.



Hoje, Brahul é uma das maiores cidades das terras ermas. Não faz parte de nenhum reinado, pois foi declarada uma “cidade livre”, símbolo da liberdade de todos os povos através da derrota do maior dos dragões negros. A profecia de Brahum se realizou e a garra ficou intacta ali, décadas demais que o corpo do dragão já havia sumido. Mas um dragão morto ainda assim tinha bastante poder, e aquela região ficou também conhecida como um local de reserva mágica; muitos e muitos comerciantes e magos iam até ali para comprar poções e produtos “de dragão”, como diziam.

E a pata do dragão ancião agora marca o centro da cidade, onde ferreiros e artesãos construíram uma praça pública. A entrada para as antigas galerias foi soterrada durante a luta com o dragão e, por isso, a cidade não tinha mais acesso ao subterrâneo. Décadas haviam se passado desde a sua fundação, mas Brahul finalmente se restabelecera. E o que era uma pequena cidade perdida nas montanhas, agora é um marco de uma gloriosa luta, uma batalha épica que, mais do que glória, trouxe liberdade para todos os povos das montanhas.
Sistemas 2443991097043323003

Postar um comentário

Página inicial item

Entre pra Guilda

Mais lidos da semana

Receba nossos corvos