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Faramir "Elwe" Razengor

Este é um personagem criado no sistema 3D&T ambientado no cenário Tormenta. Nascido na maravilhosa cidade de Lenórienn, Faramir ...



Este é um personagem criado no sistema 3D&T ambientado no cenário Tormenta.

Nascido na maravilhosa cidade de Lenórienn, Faramir "Elwe" Razengor crescera entre os clérigos do templo de Glórienn, onde foi abandonado por pais nunca conhecidos. Cresceu cultuando a deusa e aprendendo o manejo da espada, no templo ouviu inúmeras historias sobre o mundo de Arton, e com o passar dos anos a curiosidade e o instinto desbravador estava latente em seu coração.

Suas habilidades lhe conferiram a honrosa oportunidade de realizar o teste e se tornar um Espada-de-Glórienn, titulo este tão sonhado pelos mais fanáticos a deusa, e dentre um grande numero de fiéis seguidores, a deusa o escolheu juntamente com alguns outros novos Espadas-de-Glórienn.
Então o dia chegou, Elwe receberia oficialmente o titulo e cumpriria todas as formalidades que envolvem a consagração do Espada, e receberia de seu próprio tutor, o mais poderoso dentro os Espadas: Berforam. Era o momento mais esperado de sua vida, nada lhe concederia tamanho poder para lutar ao lado de seus irmãos na Infinita Guerra que não fosse sua enorme fé. E Elwe não via a hora de repassar algumas palavrinhas de sua deusa para os Hobglobins.

Tudo o que se sabe é que o "Guardião" protetor e senhor absoluto do "Livro das Eras" já havia escrito as próximas paginas do futuro de Elwe, e elas não acabariam ali, naquele momento em que a Aliança Negra atacava e arrasava a cidade de Lenórienn. Todos os habitantes foram pegos de surpresa, muitos Espadas perderam a vida naquele combate, outros perderam muito mais, sua fé na deusa. A chuva caia forte, e era doloroso para os Espadas saberem que não se tratava de uma tempestade e sim das lagrimas de Glórienn, muitos encontraram neste choro desesperado a força necessária para lutar diante tanto terror, outros sucumbiram incrédulos e amargurados gritando Porque?! Enormes bolas de fogo eclodiam com as belas obras arquitetônicas de Lenórienn, flechas de rancor e ódio rasgavam os céus para ir de encontro com os elfos que corriam em desespero sem saber o que fazer.

A ultima visão que Elwe teve do campo de batalha, foi a de Berforam, seu tutor, amigo, irmão-de-armas, e  pai nos momentos necessários, abrindo os portões da cidade, permitindo que Thwor Iron First entrasse pessoalmente para destruir a tudo, destruir suas lembranças, sua cultura, esmagar sua fé na deusa, e escravizar todos aqueles que tomou por irmãos. Como disse, fora sua ultima lembrança da batalha, pois Elwe acordara muito longe de Lenórienn, estava em um conjunto de colinas, um ambiente calmo que aparentemente nunca fora tocado pela guerra, e não muito distante dali, ele conseguia ver uma estátua gigante de uma mulher ajoelhada com as mãos levantadas para os céus, como se estivesse fazendo uma prece. Em seu coração ele carrega a crença que fora salvo por Glórienn, e então fez a promessa á deusa que retribuiria esta benção salvando seus irmãos das garras de Thwor.

Anos foram passando, Elwe se tornou um andarilho, sem ter para onde poder retornar, ao passar pela cidade de Valkaria ficou sabendo rumores da destruição total da cidade de Lenórienn, e não demorou muito para que elfos chegassem na cidade e se estabelecessem em uma vila. Muitos ainda arrogantes, não comentavam sobre a queda de seu reino, outros haviam enlouquecidos com os horrores da guerra e ninguém levava em consideração o que diziam. O tempo foi passando e estes elfos esqueceram o nome da deusa, e a fé que carregavam dentro de si. Elwe voltou a peregrinar, em busca de outros irmãos dispostos a lutar ao seu lado em nome da deusa. Fez amizade com incontáveis viajantes, participou de varias aventuras, conheceu toda a Arton-Norte, e a cada cidade que passava e encontrava com elfos, tentava convence-los do amor que a deusa possuía por eles, sempre em vão.


Durante uma de suas aventuras, onde na qual acompanhava um amigo ranger de nome Hank Greenleaf, Elwe contraiu uma estranha e totalmente desconhecida simbiose, o que parecia ser um olho negro, surgiu em seu pulso esquerdo. A simbiose lhe permitia ver a alma de todas as coisas vivas, como também permitia usa-las como fonte de poder, entretanto ele pagaria um preço muito alto por tamanho poder, a cada utilização sua própria alma era consumida. Hank já havia encontrado alguns guerreiros que possuíam habilidades similares e habitavam uma floresta não muito longe dali. Chegando no tal lugar, Elwe foi obrigado a passar em um teste de moral, que exigia um bom coração para continuar o caminho. E ele foi bem sucedido, atravessou o que pareceu ser uma dimensão para chegar ate o lar dos assim nomeados "Guerreiros Espirituais". La ficou por anos, aprendendo o manuseio da alma e todas as suas funções, o Grão-Mestre dos Guerreiros conseguiu reverter a simbiose para um estado de hibernação, e assim impedir que o mesmo se alimenta-se da alma de Elwe.

Durante o processo de qualificação á Guerreiro Espiritual, Elwe perdeu a visão, suas pupilas foram dilatadas, mas isto de forma alguma o deixou cego, apenas lhe concedeu uma visão panorâmica de tudo ao seu redor, uma visão monocromática mas num raio de 360 graus. E então ele voltou para a estrada, novamente um peregrino sem nação e sem irmãos elficos para compartilhar a fé da deusa. Novamente se colocou a participar de muitas aventuras, criando mais círculos de amigos. Já havia se passado muitos anos desde a queda de Lenórienn e Elwe se envolveu em uma aventura de proporções colossais, fora enviado com um grupo de outros bravos heróis para o mundo de Ragnar, era uma oportunidade única de procurar por sobreviventes do massacre que haviam se tornado escravos e troféu pra o deus dos Goblinóides. Ragnar estava para sofrer um duro golpe que mudaria todo o curso da guerra entre ele e Glórienn, ambos sabiam de uma profecia que o "Guardião" havia lhes dito, sobre um único elfo que enfrentaria Ragnar e libertaria os escravos, restabelecendo o equilíbrio necessário no Panteão. Obvio que Ragnar desdenhou de todas estas palavras, uma vez que ele já vira centenas de milhares de elfos perecerem diante da fúria de Thwor, um único elfo jamais faria diferença, muito menos tentaria lhe enfrentar.

As palavras do "Guardião" nunca erram, aquilo que esta escrito no "Livro das Eras" acontecerá e nunca poderá ser desfeito. Uma vez no reino de Ragnar, Elwe conseguiu libertar os elfos que eram mantidos como escravos, levou ate eles a fé na deusa, enchendo a todos com a esperança de um novo amanha. Os Goblinóides que criaram uma certa defesa, não conseguiam entender como Elwe atacava sem usar armas, uma vez que sua espada é feita com a energia da Alma, ninguém conseguia vê-la, e os elfos que o via lutar, passaram a acreditar que se tratava do poder da deusa que estava auxiliando Elwe. Isto também concedeu forças para que todos lutassem em nome de Glórienn, ate conseguirem finalmente voltar para Arton.

Os elfos escravizados foram libertos por um salvador enviado por Glórienn, tal noticia se espalhou por todos os reinos, inúmeros elfos se reuniram mais uma vez para fazerem suas preces a deusa, o equilíbrio no Panteão mais uma vez estava restaurado, sob a liderança de Elwe, os elfos levantaram uma nova cidade, que recebeu de braços abertos todos os filhos de Glórienn que estavam perdidos. Estava formada então a maior cidade dos elfos, Elnórienn, Elwe agora fora proclamado rei, e os elfos aprenderam a deixar a arrogância de lado, estabelecendo alianças com outros reis do reinado e tendo o apoio pessoal do Imperador-Rei Thormy. A Ordem dos Espadas-de-Glórienn novamente foi criada, e a cada dia aumenta suas fileiras de novos membros, em breve terão poder suficiente para lutar junto ao Reinado contra os horrores da Aliança Negra.

Bom pessoal, esta é a historia completa de meu personagem, claro deixando de lado a grande maioria dos detalhes de cada aventura participada. Os próximos acontecimentos foram uma forma de imortalizar meu personagem, encontrando um final para seus contos, suas aventuras, feitos, mas jamais de sua fé.

Elnórienn prosperava, a Aliança Negra estava cada vez mais fraca, seu líder Thwor Iron First já havia desistido da fortaleza de Khalifor e reuniu suas tropas em Lamnor, mais uma vez a força tarefa entre os Reinos se mostrou poderosa e expulsou o exercito de Ragnar para o sul, onde estavam agora brigando entre si, criou-se a duvida se seu líder realmente era o emissário de Ragnar e se o mesmo conseguiria concluir os planos da Aliança.

Elwe agora casado com a atual Sumo-Sacerdotisa de Glórienn, Meiant Roamaa, criaram três filhos, sendo dois meninos que serão grandes Espadas-de-Glórienn, e uma menina que ainda esta aprendendo os conceitos da fé e demais formalidades da cultura. A cidade continua expandindo, e todo ano, na mesma data que os escravos foram libertos das presas de Ragnar, a deusa vem pessoalmente ate a cidade celebrar com seus filhos, e abençoa-los com suas palavras de esperança. Se tornou um evento muito famoso dentro do reinado, e muitos outros curiosos a visitam para ver a deusa e o herói salvador dos elfos.

Após todos os acontecimentos, um dos membros do Panteão esta impaciente. Aproveitando-se disto sussurros chegam aos ouvidos de Ragnar, fazendo-o tomar uma decisão precipitada, ele decide pessoalmente tomar a vida do elfo que arruinou todos os seus planos, e faz esta solicitação durante o evento  em que Glórienn esta presente.
É sabido que os deuses são limitados na questão de interagir no plano terreno, e quem quebrar esta regra será punido severamente por Khalmyr. Ragnar ameaça tirar a vida de Elwe, solicita que o mesmo se entregue para ser levado ate seu plano e la sofrer todos os tipos de torturas possíveis, ou ele atacara a cidade e destruirá a todos, e tudo que foi construído com tanto esforço.

Contra a vontade de Glórienn, Elwe, deixa a cidade vai junto com Ragnar, impedindo que o caos recaia sobre sua tão amada cidade, seus fieis seguidores, sua família, e sua deusa.

...Ragnar o mata, após todas as torturas possíveis. Feito isto, Ragnar foi julgado perante o Panteão, e acusado de crime contra a ordem natural Artoriana. Sua pena, foi a exclusão do circulo dos vinte deuses que integram o Panteão. Elwe pode ter perdido a vida, mas ate em seu ultimo ato, protegeu a todos seus irmãos, protegeu a sua deusa e tudo aquilo em que acreditava.
Desde então a cada ano, no dia do festival da libertação dos elfos, Glórienn junta-se a todos na cidade de Elnórienn e todos juntos oram pelo maior Espada-de-Glórienn que existiu, e serviu de inspiração para os demais, Faramir "Elwe" Razengor



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