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DECISIVO E CRÍTICO #17 O Dia mais claro e os heróis mortos da DC

Falaeh roleplayers, a coluna pop do blog RPGista mai #doidomundo tá de volta e agora toda quarta tem coisa nova por aqui. Hoje vamos entend...

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Falaeh roleplayers, a coluna pop do blog RPGista mai #doidomundo tá de volta e agora toda quarta tem coisa nova por aqui. Hoje vamos entender mais um pouco dessa saga da DC que vem destruindo neurônios por aí.
O lance é que após os anos noventa, pouca coisa vem revolucionando o universo das Hqs.  Foi uma era apocalíptica, aonde heróis eram mortos, casados, afastados e remodelados a todo vapor para tentarem sobreviver a perda nas vendas. Foi um fiasco. A DC se manteve firme, graças a Warner que subsidiava a editora e também há fórmula que haviam acabado de inserir no seu universo: a unificação deles. Eram tantas, mas tantas versões de Flash e Superman, que ficava impossível colecionar todos. Essa foi a crise das “infinitas terras” e bota infinita nisso.
Nesse meio tempo uma galera foi morar na “Cidade do pé junto” e a DC não poupou ninguém, nem herói nem vilão, passou a faca geral.
Alguns deles nem faziam muita diferença mesmo ou seu perfil não se adequava mais aos padrões da sociedade moderna. É fato, que hoje em dia, o discurso do politicamente correto não cola como antigamente. Basta assistir um dos antigos filmes do Homem de Aço e (além de lembrar que, sim, ele tinha uma musiquinha.) vai encontrá-lo tentando salvar o planeta de uma possível guerra nuclear – mostrando o lado patriota e focado nas ideologias sociais que as Hqs sempre tiveram.
Acredito que tentaram criar alguns heróis, que não emplacaram por aí. Sei que deve ter gente que gosta daquele tal Super Chok e o Gear, mas aquele episódio que mostra eles na liga da Justiça não me fez sentir muito bem. Isso sem contar do filho da Mulher Gavião, com o Lanterna Verde, Jhon Stewart, Aaargh - pausa depreciativa para relembrar essa desgraça.
Pra falar a verdade, por conta do surgimento da DC, que foi assimilando outras editoras menores e seus personagens criados, o sue universo sempre teve problemas. Muitos mundos alternativos e heróis com realidades que não eram compatíveis. Isoladamente isso não influencia em nada, se você é Fanboy do Batman, por exemplo, poderia acompanhar sem problema, mas se alguém tentasse um crossovers teria alguns problemas. A própria Liga da Justiça Ilimitada não existiria assim.
Foi por isso, que lá na década de 80 aconteceu a “Crise das Infinitas Terras” uma história que resolvia esse problema e iria deletar da DC as dezenas de versões do Superman, Mulher Maravilha e Flash, entre outros. (Ah como tem flash nesse mundo.) Claro que, também foi a oportunidade ideal para passar o pente fino e mandar pro lixo aqueles personagens que não serviam mais para a editora. Acredito que aqueles que não conseguiam mais se inserir na realidade meio-sci-fi/apocaliptica/mítica que os heróis estavam entrando. Não dava para explicar como um cara que joga Bumerangue seria um dos inimigos mais expressivos do velocista mais rápido do mundo. Nem tinha mais como justificar aquilo que chamavam de “Superamigos” , não mesmo.
Pra fazer essa limpeza, chamaram o faxineiro das galáxias, conhecido e temido pelo nome de Anti-Monitor, que vive, ou não, no universo de antimatéria e aparece toda vez que a editora quer destruir vidas. Sim, ele é pior que o Lobo.
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O mundo foi mudando e mais nomes eram apagados das páginas da DC, muitos não resistiram e tiveram suas almas descoladas do seu corpo de papel e tinta. Entre eles alguns como: Aquagirl, Besouro Azul e Besouro Azul II, Alura, Arqueiro Verde, Átomo, Batman (Terra II) e uma lista enorme de outros que você nem tem idéia de onde surgiram.
Com um Universo mais interligado e uma vontade inexplicável de dar continuidade a tudo a DC chegou aos dias de hoje aonde os Lanternas Verdes se tornaram pré-cursores de dois grandes feitos: a valorização dos verdinhos entre a galera e o surgimento de uma saga foda demais.
(detalhe)
Deixe aqui todo o seu conhecimento da DC recebido pela “Liga da Justiça Ilimitada.” É, não vai ajudar muito, ainda mais se é daqueles que se perguntam, “Cadê o Lanterna Verde negão que eu gosto?” Gosto não se discute heim. Isso por que o John Stewart não é o principal Lanterna, realmente o Hal Jordan é o mais importante, sem contar que é o oficial, os outros surgiram por falta do que fazer dos Guardiões do Universo que moram em OA. O Kyle Rayne por exemplo é considerado o “Lanterna Verde de Honra” porque o setor 2412 está congestionado de patrulheiros, principalmente a Terra. Tem Jhon, Jordan, Kyle e o Gardner.

Agora a Tropa dos Lanternas ganhou um destaque tão grande que recebeu uma HQ com todas suas histórias e outros personagens, que andam conquistando a empatia dos fãs de Super-heróis na TV (aí a explicação do Lanterna John).  Isso sem contar do filme, que estreou este mês.
  
Inclusive eles acabaram de protagonizar a saga “A noite mais densa” aonde, mais uma vez, todo o universo se viu sendo destruído pelas mãos de um opressor com sede de poder. O diferencial dessa saga é que vários heróis mortos ressurgiram como lanternas negros, um tipo de cavaleiros de Hades. Além disso várias outras cores de lanternas tiveram que se juntar para acabar com esse mal.
Agora em “O dia mais claro” algumas respostas estão sendo reveladas, porque Aquaman, O Caçador de Marte, Desafiador, Capitão Bumerangue (porque meu Deus?) e outros 7 heróis ou vilões foram ressuscitados. O que a gente sabe é que eles não estão livres completamente de alguns efeitos dos anéis negros, mas vamos descobrir o que a DC aguarda para estes heróis nos próximos meses, antes do seu reboot final.
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