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Sombrio e épico. Conheça o Steampunk brasileiro mais esperado do universo rpgista

José Roberto Vieira inova o cenário Steampunk nacional com seu primeiro livro, O Baronato de Shoah – A canção do Silêncio , ao uni-lo a um...


José Roberto Vieira inova o cenário Steampunk nacional com seu primeiro livro, O Baronato de Shoah – A canção do Silêncio, ao uni-lo a um enredo de pura fantasia. No livro, vemos a estética passada das maquinas a vapor aliadas a muita luta e elementos típicos do RPG, como a magia.
O autor afirma que sempre gostou da ideia de tecnologias absurdas em mundos mágicos. Porém, achava meio forçado isso em cenários que se diziam “Medievais”. Sua paixão pelo Steampunk surgiu após alguma pesquisa, em que conheceu primeiro a estética, as artes e a música e bastante tempo depois é que conheceu mais sobre a literatura.

Para ele :O Steam tem muito disso, de improvisação, de aprender através dos riscos e inventar coisas novas (ou velhas) com um pouco de teimosia e criatividade.
Logo na capa, temos certeza de estarmos diante de um romance épico: no cenário, sombrio e profundamente fantástico, se vê claramente destruição, expressa não só através de uma espadasserra com penas caindo ao seu redor mas também em todo o conjunto artístico.
Todo o clima do livro é sombrio, quase não há sol, a chuva, a neve e a escuridão estão sempre presentes. Além disso há sempre a ideia de que as coisas não vão dar certo, ou quando a esperança surge, logo é destruída através de erros de ações dos personagens, que levam o grupo cada vez mais a afundar em um caminho sem volta.


Entretanto a luz também está presente no livro, como uma forma de mostrar que mesmo no momento mais sombrio ainda há esperança.
No inicio do livro, todas as expectativas são confirmadas quando nos deparamos com o cenário geral, muito bem descrito e elaborado. O autor só peca pelas eventuais faltas de descrições momentâneas, que, num enredo tão único, podem afetar o entendimento do leitor.

No fim o Baronato de Shoah incorporou essa ideia da improvisação, do absurdo (temos
MECHAS no livro!) e do humor, mesmo em horas tensas. Essa mistura acabou se revelando
um fantástico mundo onde a tecnologia se parece muito mais com magia, ainda que explicável
através de elementos da natureza e do conhecimento humano.
O autor, José, ainda se preocupa bastante com a parte do RPG e ressalta a importância desse jogo para a construção da sua obra:
Entre as muitas referências, posso citar diretamente o RPG Castelo Falkeinstein, que foi, sem dúvida, meu primeiro contato com o Steampunk. Claro, há alguma influência de Reinos de Ferro, um dos melhores RPGs já criados atualmente (opinião minha…).
E Você, rpgista que adora um cenário bem desenvolvido, com fortes homenagens a estes jogos e livros, mas sem apelar para plágios pode esperar de “O Baronato de Shoah”, um Steampunk genuinamente brasileiro, que vem mostrar aos leitores a que veio a Editora Draco e suas publicações. Conheça mais no site da editora Draco e fiquem atentos no lançamento oficial do livro http://rpglink.in/dQS6PI
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