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Decifrando os mistérios da série Tron

Nos últimos tempos, quando se falava de Disney, só se pensava em Tron: a promessa para 2011. Algo futurista e promissor que iria ajudar os ...


Nos últimos tempos, quando se falava de Disney, só se pensava em Tron: a promessa para 2011. Algo futurista e promissor que iria ajudar os estúdios da empresa a retomar o respaldo cinematográfico que sempre teve. Mas, existe um filme antecessor a ele, que seria crucial para entender todo o contexto da história. Nesse post vamos fazer um apanhado dos dois filmes para entender todos os mistérios desse universo informatizado.

Para começar Tron é o nome de um programa de computador com habilidades distintas dos outros, é quase um vírus capaz de lutar contra as defesas do computador central. No filme dois ele tem um papel um tanto secundário, quase não aparecendo e só faz algo que presta no final quando sacrifica sua vida para salvar Flyn.

Kevin Flynn, um programador que criou populares jogos para uma grande empresa, mas foi passado para trás pelo seu rival Dillinger e agora possui uma loja de fliperamas.
O cara tenta dar o troco invadindo o computador central, atrás de provas de que era ele o criador verdadeiro dos games e aí que começa toda a história, pois acaba sendo transportado para dentro do mundo dos programas e tem que lutar contra a inteligência artificial da empresa.
(Pausa Cronológica: O filme dois começa com Flyn indo para o fliperama a fim de invadir o computador central, então ele fica por 28 anos sumido até que teu filho começa a buscar rastros do seu desaparecimento. O Filme um se passa durante esses anos de desaparecimento.)

Quando Flyn chega ao computador se depara com vários programas escravizados que cultuam um ser poderoso e criador daquele universo... ele é chamado de “Usuário”. Aí ficou fácil, ele descobre que era o Deus de todos aqueles seres e consegue ajuda de Tron para lutar contra a inteligência artificial do sistema.
Convenhamos que para 1982, ano de lançamento do filme, esse enredo era muito complicado. Por este motivo o filme não fez muito sucesso e foi considerado um tanto “Cult” , pois os diálogos se mostraram bem confusos para quem não conhecia muito da linguagem de computadores.
Talvez esse seja o motivo de várias pessoas, como eu, ir ao cinema assistir Tron o Legado desconhecendo a existência do primeiro filme.
Talvez isso não diminua os méritos do filme, que foi um dos primeiros a apresentar um conceito bacana de realidade virtual, que pode ser visto também no Matrix aonde os programas são representações visuais de pessoas também - entretanto na trilogia do Neo esse artifício parece funcionar muito melhor do que na saga de Flyn. Outro ponto alto é a questão das cores de cada programa, que tem um significado singular. As principais são o Azul (programas que acreditam no Usuário), Laranja ( Programas reprogramados ou lutam pelo Programa de Controle Mestre) e o Branco, que são programas neutros. - esse post do blog Sala Zero explica todas as outras cores. http://bit.ly/ij6Bju


Em Tron o Legado (filme 2) Sam Flynn , um jovem de 27 anos, especialista em tecnologia e filho de Kevin Flynn começa a investigar o desaparecimento do teu pai e acaba sendo levado ( através do mesmos meios) para o computador central.
Lá encontra um mundo caótico, controlado por uma entidade criada para produzir um sistema perfeito: Clu, foi criado por Kevin Flyn e se rebelou contra os usuários fazendo com que todos os programas acabem sendo contra eles também.
A verdade é que dentro desse mundo havia se passado cerca de mil anos e mesmo Tron e Kevin acabaram com a tirania e a corrupção do Programa de Controle Mestre, novos fenômenos e programas ambiciosos tinham surgido.
Sam encontra seu pai isolado em um lugar sombrio fora dos domínios de Clu e juntos enfrentam vários desafios para chegarem ao portal e voltarem para a realidade antes que outros programas os capturem e façam o mesmo. Entre tudo isso há cenas de corridas alucinadas de destruição com veículos futuristas e velozes.


Dessa vez um novo ser é a chave do enredo, a última sobrevivente de um massacre que Clu comandou contra os ISOs. Apesar de tudo isso o filme ainda se mantem mediano. Passei todos os minutos preso a tela esperando aquele Climax e nada, mas isso não siginifica que foi ruim... apenas que não chegou lá.
No começo Sam é levado para um tipo de jogos entre gladiadores digitais e você imagina que vai evoluir as lutas ao longo do tempo, mas também acaba rápido e Kevin que é o Deus daquele mundo, consegue moldar e criar tudo o que precisa com as mãos não tem um único sistema de defesa na sua base e só extravasa seus poderes na sequência final. Tavez os criadores da saga pensaram em revolucionar alguma coisa, mas infelizmente não conseguiram... apesar disso fizeram um ótimo trabalho. Quem quiser conferir ta aí o vídeo com a diferença dos dois filmes.

Nerd 773130686377953502

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