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Tsebayoth, o ridículo tokusatsu cristão

Em 1975 o Japão inventou um gênero de super heróis Infanto-juvenis, com roupas coloridas que concediam super poderes. Usavam vários equi...


Em 1975 o Japão inventou um gênero de super heróis Infanto-juvenis, com roupas coloridas que concediam super poderes. Usavam vários equiamentos de uma lista que incluiam armas até robôs gigantes - Mechas. Além desse estilo, Super Sentai,  haviam os Tokusatsus que eram caracterizados por shows pirotécnicos misturados a efeitos especiais e acrobracias de luta. Em 2008, uma rede de televisão católica, chamada Canção Nova, destruiu tudo isso.


Tsebayoth, como era chamado, tinha uma boa proposta: Ser um programa jovem e ousado, para atrair a nova geração de crianças aficionados por desenhos japoneses. A História era baseada nos ensinamentos judáicos, com setes pecados capitais personificando os demônios com o objetivo (básico) de destruir a humanidade.

Aí começa o primeiro #épicfail do seriado... pelo que conheço da comunidade canção nova, os menbros não tem o costume de assistir filmes tidos como seculares e ocasionalmente não perceberam que os sete pecados capitais do Tsebayoth, foram descaradamente chupados do ultra mega famoso #bagarai “Senhor dos Anéis”... é tentaram Fud** o noso Lord Of The Rings


Pecados Capitais do seriado cristão

Obtive informações internas de que o investimento no seriado foi muito grande, inclusive de tempo, pois demoraram alguns meses para seu lançamento. Fora isso profissionais internacionais estavam envolvidos, como na produção da roupa do herói. Aí sim... fomos surpreendidos novamente, meus caros:
Para enfrentar os pecados, “cavaleiros nazgul”... Deus concede poderes a três jovens: Oziel recebe uma força sobre-humana, Shira torna-se excelente velocista e Dara obtém o dom da inteligencia que nenhum outro humano já mais possuiu, mas a produção disso tudo foi tão precária, que os heróis só usam os seus poderes nos diálogos... talvez faltou grana para efeitos especiais - isso é pior do que Mutantes, caminhos do coração.


A falta de grana também rendeu apenas uma armadura para o seriado, que ficou com o herói principal da história, mas o cara é tão inexpressivo que nem compensa lembrar o nome do personagem. Ele tem diálogos fracos com muitos clichês. Nem ao menos dá porrada em algum oponente, apenas fica se jogando de um lado para o outro.
Isso porque a comunidade católica da TV era bem ortodoxa e ter porrada em um seriado iria contra os seus princípios...sendo assim as cenas de ação da produção se tornaram milhões de vezes mais toscas do que os clássicos Power Rangers e afins. Em um dos eventos, aonde foi apresentado o pseudo herói, na hora de “quebrar o pau” era uma boiolice de jogar bombinhas de fumaça para tudo quanto é lado e ninguém acertava um simples e essencial golpe, nem para atordoar o oponente.


É plágio para tudo quanto é lado, desde as músicas que lembram Star Wars e a própria criação do personagem, que parece o Cybercops. Coisas assim destroem toda a nossa cultura nerd e rpgista. O bom da história é que o seriado não vingou (nem precisa dizer porque)... para a nossa salvação. Afina um cara vestido assim à frente de um altar na igreja é muita apelação, mas chega de conversa e vamos ver o tal seriado... se tiverem estômago. Isso sim foi um "erro muito crítico".



decisivo e crítico 1960260564293602343
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