Improvisar, mas até quando?


Muitos mestres adotam o improviso como método de narração preferida. De fato, improvisar deixa tudo mais divertido, pois abre espaço para as pérolas de jogadores e (por que não) do GM também
É isso que @Sultur confirma em seu twitter: Deixa a mesa mais dinâmica e evita surpresas! Apesar de ainda acontecer algumas, mas fica mais fácil contornar.
Há quem goste de esboçar um metaplot, ou roteiro básico, breve descrevendo apenas o início, meio e fim da aventura e depois deixa as coisas rolarem. Assim como descreve @Lord_Anderson: Use o roteiro como base, mas esteja preparado p/ adapta-lo conforme as ações dosjogadores.


Mestrar assim não é para qualquer um, a experiência leva a excelência. Quando estamos iniciando no mundo do RPG eu indico seguir um roteiro mais elaborado, pois os imprevistos da improvisação podem deixar todas as coisas fora do controle. Se isso acontecer siga umas dicas para não se perder:
Evite confrontos rápidos com personagens importantes da história, faça de tudo para que eles se mantenham por um bom tempo escondidos;
Não deixe o grupo comandar totalmente o jogo, só deixem pensarem que estão, mas tenha sempre uma carta na manga para surpreendê-los;
Imagine as possibilidades da aventura e escreva alguns detalhes de cenas importantes. Sempre que puder direcione o jogo para uma delas;
Não se desespere nunca e se divirta sempre, sem isso não compensa jogar RPG.
Share on Google Plus

About Ale Santos

Storyteller, escritor de SCIFI,  Dark Fantasy e Designer de Narrativas para Board Games.  Um dos autores da Storytellers Brand'nFiction.  Editor do premiado blog RPG Vale, conhecido como @O_RPGista 
    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 disqus:

Postar um comentário