Deus não joga dados com o mundo e você?

Mestrar é uma atividade complicada e que pode se tornar frustrante quando o narrador perde o controle do grupo, por isso definir bem seu estilo de narração pode resolver parte do problema.
Você pode seguir a risca as regras e jogar dados para tudo, deixando as coisas um pouco ao acaso e tornando cada ação uma surpresa. Essa linha de narração pode ser bem interessante e divertido, mas não é aconselhado para aqueles que gostam de seguir um roteiro.
Há também aqueles que preferem definir tudo com seu bom senso sem rolar dados (O meu estilo preferido). O difícil é convencer os jogadores que você não está "roubando" no jogo, para isso é importante deixar bem claro seus objetivos e seus métodos. Basta lembra-los, que se o mestre for um fanfarrão, ninguém aguentaria ele zoando a aventura inteira. Claro que a confiança que o grupo tem na pessoa que narra também ajuda nessa questão.

Você pode, ainda, optar por jogar os dados escondidos (escudo). Uma mistura dos dois tipos de narração que apontei acima. Isso resolve o problema da confiança, algumas vezes poderia rolar os dados na frente de todos para sanar as dúvidas - lógico que faria isso em situações de pouca importância para seu roteiro.

Seja qual for o seu estilo lembre-se de não ficar mudando muito para não causar desconforto no seu grupo, o maior problema entre GM e players são confiança e para adquirir isso é necessário ter uma narração linear em sua campanha.
Share on Google Plus

About Ale Santos

Storyteller, escritor de SCIFI,  Dark Fantasy e Designer de Narrativas para Board Games.  Um dos autores da Storytellers Brand'nFiction.  Editor do premiado blog RPG Vale, conhecido como @O_RPGista 
    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 disqus:

Postar um comentário