rpgvale
1599924783602205
Loading...

Contos dos Dragões do Sol Negro

Este conto é mais uma parceria do nosso blog com os  Dragões do Sol Negro. Você me pergunta quem eu sou bem essa é uma pergunta muito com...

Este conto é mais uma parceria do nosso blog com os Dragões do Sol Negro.


Você me pergunta quem eu sou bem essa é uma pergunta muito complicada afinal...Espera vamos começar do inicio onde tudo começou no pequeno e pacato feudo de “Saint Ângelo”.

Bem Saint Ângelo era uma pequena vila ao norte da Inglaterra, cujo senhor feudal era Ângelo Studgaurd um bom senhor. Foi lá nessa pequena cidade que nasci em 1575, filho primogênito dos lavradores Senhor William Drakk e minha mãe a bondosa Joana Brakk, tinha três irmãos, “ahh” meus irmãos, Jonas Drakk, Timot Drakk e a caçula Joana Drakk como minha mãe.

Morávamos em uma casa pequena porem aconchegante, ainda sinto o cheiro da lareira acesa e de pão de ervas feito pela minha mãe como era bom.
Todos nós trabalhávamos na lavoura auxiliando meu pai, nobre de coração vassalo de criação. Tínhamos muita sorte, pois meu pai era muito correto e bom homem, ajudávamos o mosteiro próximo à nossa casa, com comida e na sua colheita. Em troca eles nos ensinavam latim, grego e como Deus era bom.


Os clérigos do mosteiro disseram para meu pai que eu tinha muita Facilidade para as línguas e para o clericato, meu pai decidiu que mesmo fazendo falta na lavoura eu devia seguir o meu caminho, então aos 13 anos fui mandado para o mosteiro de onde fui transferido após dois anos para o mosteiro da Inglaterra onde o Rei Ricardo Coração de leão ficava.

Quando cheguei vi a mulher mais bela do mundo, era uma garotinha de cachos de ouro há como era bela. Seu nome Tatiana Grinnelec, e então senti coisas que nunca havia sentido antes e me afoguei em seus olhos azuis como o mar. Nos encontrávamos toda à tarde ela vinha confessar e eu desejava que ela viesse, pois como eu era encarregado de limpar a sacristia eu sempre a via com seu jeito leve de caminhar, já começava a duvidar da minha vocação. Até que numa tarde de inverno ela não apareceu e eu fiquei desesperado eu já tinha 16 anos, já era senhor de meus domínios e da minha vida, foi o dia mais longo que já existiu então no dia seguinte ela também não apareceu e assim foi sucessivamente até quando começou as guerras santas para catequizar os mouros, nada me importava mais então decidi que me alistaria como soldado para eliminar os mouros ou morrer é morrer bem morrer não parecia uma péssima idéia, foi quando Lúcios o monge disse-me que estava se Formando um exercito de monges e que eu poderia fazer parte desse exercito no mesmo dia arrumei minhas coisas e parti para Londres onde ingressei nos Cavaleiros Templários, como escudeiro de Sir Wallace de Greenwich depois me tornando amigo pessoal dele e assim podendo ser treinado na arte da guerra, lutamos lado a lado em muitas batalhas já não era mais seu escudeiro e sim seu companheiro após vencermos nossa ultima batalha, vencermos bah Sir Wallace morreu e eu, bem realmente não Consigo entender fui condecorado com o coração de prata e o título de Sir Thomas Drakk d’ Saint Ângelo Pelo Papa de Alexandria. No dia de minha graça avistei entre os presentes uma ruiva, com o mais belo sorriso que meus olhos já haviam conhecido. Após as honrarias todos os convidados e eu participamos de uma comemoração em homenagem ao Rei Ricardo.

Conheci a jovem Donzela de nome Tatiana isso mesmo a mesma Tatiana Grinnelec seu pai havia se tornado conde e por isso tiveram de partir, Mais tarde descobri que seu pai havia se tornado conde entregando algumas bruxas para o papado e em troca recebido o titulo, mas isso foi depois bem depois, bem onde eu estava. Há sim, na comemoração depois de muita conversa descobri que Tatiana estava para se casar com um nobre Julios um grego muito rico, mas ainda assim consegui roubar-lhe um beijo e tive a melhor semana da minha vida. Vencido minha licença deveria voltar ao meu destacamento na Inglaterra, parti mais uma vez deixando o meu coração.
Chegando na Inglaterra as tropas tinha partido para Alexandria, mas todo meu destacamento de cavaleiros ou oque haviam restado, deles oito de nós para sermos mais exatos, haviam partido para Saint Ângelo a pedido dos monges. Senti o coração nas mãos o que poderia estar acontecendo aos monges, poderia enfim rever minha família, mas sentia que algo além estava acontecendo.

Parti o mais rápido que pude, quando cheguei visitei minha família em primeiro lugar, meu pai havia falecido no ultimo verão mamãe não saia mais da cama e bem meus irmão haviam partido há meses, deixando minha pequena irmã sozinha. Bem sem querer me alongar mais deixei algum dinheiro com minha irmã o bastante para um ano, pois eu havia juntado muito dinheiro como cavaleiro. 

Como eu juntei muito dinheiro simples como cavaleiro nós matamos, roubamos, saqueamos enfim fizemos com os mouros ou Bárbaros como preferíamos dizer, tudo aquilo que temíamos que eles fizessem com nossas vilas e o mais engraçado e tudo isso em nome de Deus. Eu havia ganho um título de Sir, uma medalha, uma espada, armadura brilhante e tudo pelo que, por matar pessoas para a igreja, sem distinção, de sexo, ou idade, ainda vejo os olhos das ultimas crianças chorando enquanto suas casas pegavam fogo em meus sonhos agora seus olhos são os meus. Espere estou em devaneios de novo, “Hram, sabeis que não posso mais chorar e isso não importa mais”, Voltando à história; assim o mosteiro corri para o mosteiro já na entrada senti o cheiro de sangue seco aquele que sentimos quando estamos num mata douro de gado mesmo quando não tem sangue, foi justamente isso que encontrei ao entrar no mosteiro um matadouro de gado, corpos por toda parte, de cavaleiros, sem suas entranhas, de monges sem seus olhos, faziam agora parte da decoração, andei pelo mosteiro seguindo os corpos e algumas moedas de ouro, o sangue me levou para até uma abastia embaixo da terra o sangue ainda escorria das paredes, a luz fraca produzida pelas tochas, não iluminavam muita coisa, cheguei até uma porta no final do corredor de escadas parecia mais um calabouço, senti um frio percorrer minha espinha saquei minha espada e abri a porta pela fechadura deixando minha mão encharcada pelo sangue que havia na fechadura dentro a luz da minha tocha iluminou um dos monges que; Estava de costas para mim sobre o corpo de Sir Thannus d’ Angelo, Quando reconheci, o corpo volumoso do Frei Maurice, só havia visto esse frei uma vez numa de nossas rezas à meia noite, foi quando ele virou-se rapidamente, meu Deus eu estava no inferno e Frei Mauricie era o senhor das trevas, seu rosto estava todo ensangüentado e de sua boca brilhavam duas presas brancas, isto tirou minha atenção que só voltou quando senti o aço frio em meu abdômen, maldição o frei usou a espada de Angelo para me acertar senti o gosto de sangue em minha boca, uma energia percorreu meu corpo, desferi um golpe com minha espada no Frei Mauricie libertando-o para a vida eterna sua cabeça voou para longe de seu corpo já sem vida que tombava inerte. Corri para ver se Angelo ainda estava vivo ele, estava deitado sobre um monte de moedas de ouro, sem um pedaço de suas entranhas. Meus olhos estavam enuviados minha boca começou a secar o ferimento que o Frei havia me causado era muito profundo eu estava morrendo.

Derrepente escutei uma voz dentro de mim falar obrigado tentei virar, mas meu corpo não me obedecia senti uma forte pressão no meu pescoço depois minhas veias queimarem.
Bem o resto você já sabe parece que fui levado para um outro mundo um mundo de trevas, que descobri que tinha ficado desacordado por séculos e que havia me transformado naquilo que eu havia matado, um demônio chupador de sangue, também descobri que há outros como eu. Jurei limpar a terra dessas criaturas malignas. Para enfim poder descansar.

Para não deixar que eu me esqueça o que sou e nem esquecer o que aconteceu ainda sinto a ferida causada pela espada de Ângelo e uma vontade imensa de ingerir sangue.
Descobri que já me alimentava do sangue daqueles que matei nas querras, apenas não os ingeria.
Contos 1013102355468425467

Postar um comentário

Página inicial item

Entre pra Guilda

Mais lidos da semana

Receba nossos corvos