Contos da Casa dos dragoes do sol negro



Caminhar pela blogosfera trás bons resultados, ainda mais quando conseguimos parceiros como o pessoal do Blog "Casa dos dragoes do sol negro", que nos enviaram este conto que vem a seguir.

Em volta da fogueira ao crepitar da madeira sendo queimada podia-se ouvir o pensamento de todos, mas Moska Interrompe o silencio dizendo:

- É amigos já faz tempo que estamos juntos quase cinco anos já lutamos contra vários exércitos, mas ainda não sabemos nada uns dos outros e agora acho que não sobreviveremos ao por do sol de amanha gostaria de lhes contar de onde eu vim e que eu sou!

- Bem como podem ver sou um meio elfo, uma união do povo elfico com os humanos duas das melhores raças desse mundo porem eu não faço parte integral de nenhuma delas o que é uma pena, não sou puro o bastante para ser aceito na comunidade de minha mãe elfica e minhas orelhas pontudas deixam os humanos muito curiosos, mas não era isso que vcs gostariam de saber.
Bem vamos dizer que eu fazia parte do exercito oriental do Shogun da cidade de Idu , e enfrentávamos durante vários anos os exércitos dos homens brancos do norte que expandiam a cada dia , é Anão eu nunca fui um mago sempre fui um guerreiro até que no ano do coelho no mês das secas eu, melhor dizendo nosso exercito planejara destruir o inimigo, em uma reunião do povo branco, nos preparamos e sorrateiramente partimos para o ataque era um dia sagrado para os nossos inimigos então sabíamos que eles não estariam nos aguardando Eu sei minotauro que não tem muita honra nisso, mas era uma época de guerras e estávamos cegos pelo ódio, então não pensávamos direito. Chegamos ao nosso destino antes do sol nascer esperamos que todos os brancos entrassem numa espécie de construção que hoje sei que era um templo de Pelor. Partimos pra cima deles ao som do coro de suas rezas e cantigas quando nos viram já era tarde de mais, praticamente dizimamos todos os que estavam fora quando perceberam nossa entrada já era tarde, dizimamos todos, ainda vejo os olhos das crianças que matamos, pois eram filhos do inimigo sabíamos que não teríamos nossa honra de volta e vendemos nossa alma para o bem do nosso povo, mas algo aconteceu dentro de mim.


- Não eu não sou um covarde ! Deixe-me continuar. Estávamos invadindo o templo eu avistei o rei entrando em uma câmara atrás do trono, o persegui e quando entrei na sala percebi que o rei estava com a espada em punho e partiu pra cima de mim, mas me desviei sempre fui muito ágil o Rei em sua fúria caiu pela janela no fosso do templo afundando em suas águas o meu ódio era tanto que senti um movimento atraz de mim, ataquei sem pensar atingindo em cheio o peito e matando uma menina que apenas pedia para nós pararmos com aquele sacrilégio, eu apenas a vi morrer.

- Escutei cornetas e trombetas, sai correndo da sala para ver a chacina todos estavam mortos todos os homens brancos. Restava apenas um garoto paralisado de medo pensei em mata-lo, mas fui impedido pelo meu compatriota Sytulos, o garoto chorava muito e estava paralisado, corremos pra fora onde mais corpos haviam sido tombados nesse dia eu decidi que não usaria mais a espada e que não tiraria mais vidas, inocentes ou não, abandonei meus compatriotas e não mais iria lutar.

- Talvez Chigamore tenha razão!

- Abandonei as armas e não mais iria usa-las, mas parece que quanto mais amigos procuro mais eles fogem de mim. por isso eu não uso mais armas eu não gosto delas!

- Bem essa é minha história! Não é bonita nem cheia de atos heróicos, mas é a verdade. Vamos e a sua, me fale sobre ela ?
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About Ale Santos

Storyteller, escritor de SCIFI,  Dark Fantasy e Designer de Narrativas para Board Games.  Um dos autores da Storytellers Brand'nFiction.  Editor do premiado blog RPG Vale, conhecido como @O_RPGista 
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2 disqus:

  1. Animal o conto e também curti a parceria dos blogs, mandou bem. Abraços

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  2. Obrigado e também gostamos da parceria firmada e aguarde teremos novas e inéditas surpresas e não deixe de nos visitar vocês serão bem vindos.

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